Reserva de emergência
Veja quanto o dinheiro guardado hoje pode valer dentro de 1, 2 ou 5 anos.
Calculadora gratuita
Digite o valor inicial, a taxa e o tempo — e, se quiser, some um aporte mensal. A calculadora mostra o valor final e abre a conta linha por linha pra você ver como chegou nele.
Os juros de cada mês passam a gerar juros também — por isso "compostos".
Preencha os campos ao lado e clique em Calcular — o resultado aparece aqui, com a conta aberta.
Vamos usar um exemplo: R$ 1.000 aplicados a 1% ao mês, por 24 meses, sem aporte extra. Veja o caminho até o resultado:
Como a taxa já está em "% ao mês", não precisa converter nada — ela já é 1% ao mês.
Cada mês, o saldo é multiplicado por 1,01. Depois de 24 meses, R$ 1.000 vira R$ 1.269,73 — porque o juro do mês 2 incide sobre o saldo já com o juro do mês 1, e assim por diante.
Sem aporte mensal nesse exemplo, esse passo não muda o resultado. Quando você usa um aporte, cada parcela mensal também passa a render juros pelo tempo que falta até o fim.
Foi exatamente isso que a calculadora aqui em cima calculou agora mesmo. Troque os números e veja o resultado mudar.
Por isso juros compostos "ao mês" e "ao ano" não são só dividir ou multiplicar por 12 — é preciso converter as taxas de forma composta, e esta calculadora já faz essa conversão pra você.
Veja quanto o dinheiro guardado hoje pode valer dentro de 1, 2 ou 5 anos.
Some um aporte mensal e veja o efeito de juntar todo mês por muitos anos.
Simule quanto rende um valor extra aplicado de uma vez, sem aportes.
Troque a taxa e o período pra comparar diferentes ofertas antes de decidir.
No juro simples, o juro de cada período é calculado sempre sobre o valor inicial. No juro composto, o juro de cada período passa a fazer parte do saldo e também gera juros nos períodos seguintes — por isso o crescimento acelera com o tempo.
Porque os juros de cada mês também rendem juros nos meses seguintes. Fazendo a conta composta corretamente, 1% ao mês equivale a aproximadamente 12,68% ao ano — um pouco mais que 12%, justamente por esse efeito acumulado.
Esta calculadora soma o aporte ao final de cada mês, depois de aplicado o juro do saldo daquele mês — é a convenção mais comum em calculadoras de investimento.
Sim — a mesma matemática vale para uma dívida que cresce com juros compostos, só que nesse caso "aporte" seria um pagamento que reduz o saldo. Para dívidas específicas, como cartão de crédito ou cheque especial, vale usar a calculadora própria daquela situação.