Ver o tamanho da armadilha
Entender quanto a dívida cresce ajuda a priorizar quitá-la antes de tudo.
Calculadora gratuita
O rotativo do cartão tem um dos juros mais altos que existem. Informe o valor não pago, a taxa mensal e o tempo, e veja a dívida crescer mês a mês.
O rotativo entra quando você não paga o total da fatura.
Preencha os campos ao lado e clique em Calcular — o resultado aparece aqui, com a conta aberta.
Exemplo: R$ 2.000 não pagos, a 15% ao mês de rotativo, por 6 meses:
O rotativo do cartão costuma cobrar de 12% a 16% ao mês. Aqui usamos 15% ao mês — altíssimo.
Cada mês a dívida é multiplicada por 1,15. Não é só 15% × 6 = 90%; é juro sobre juro, que acelera o crescimento.
R$ 2.000 × (1,15)⁶ = aproximadamente R$ 4.626,12. A dívida mais que dobrou em meio ano.
Você deve R$ 2.626,12 só de juros — mais que o valor original. Por isso o rotativo é uma armadilha: saia dele o quanto antes.
O rotativo é crédito de emergência caríssimo. Se não conseguir pagar a fatura inteira, procure o parcelamento da fatura (juro menor) ou troque por um empréstimo mais barato, como o consignado.
Entender quanto a dívida cresce ajuda a priorizar quitá-la antes de tudo.
O parcelamento da fatura costuma ter juro bem menor que o rotativo — compare.
Um empréstimo pessoal ou consignado pode custar muito menos que o rotativo.
Sabendo o quanto deve de juros, fica mais fácil negociar um acordo ou desconto.
É o crédito automático que entra quando você não paga o valor total da fatura. Você paga o mínimo (ou menos que o total) e o restante vira uma dívida com juros altíssimos, cobrados até a próxima fatura.
É um crédito sem garantia, de altíssimo risco e liberação imediata. Por isso o rotativo tem os maiores juros do mercado — historicamente entre 12% e 16% ao mês, o que passa de 300% ao ano.
O rotativo é automático e caríssimo, e por regra dura no máximo um mês — depois o banco precisa oferecer o parcelamento. O parcelamento da fatura tem juro bem menor e prazo definido. Sempre prefira parcelar a ficar no rotativo.
As melhores saídas são: pagar a fatura inteira assim que puder, aderir ao parcelamento oferecido pelo banco, ou trocar a dívida por um crédito mais barato (consignado, por exemplo). O importante é não deixar a bola de neve crescer.